Uma mão com luva posiciona um instrumento azul na linha do cabelo de uma paciente deitada

Transplante capilar safira (FUE Safira):
uma explicação clara e honesta do método

  • O método Safira explicado de forma clara
  • A Elithair utiliza exclusivamente a técnica DHI para a implantação
  • Comparação fundamentada dos métodos

gratuita e sem compromisso

4,9 de 5 estrelas no Google

Experiência e certificação

Mais de 150.000 tratamentos
na nossa clínica especializada, certificada segundo a norma ISO 9001:2015
pelo TÜV Thüringen.

Selos: ISO 9001:2015, TÜV Thüringen e certificação de saúde da clínica Elithair
FUE Safira explicada

O que é um transplante capilar com FUE Safira?

Mão com luva posiciona uma lâmina FUE Safira na têmpora de um paciente

O transplante capilar safira, muitas vezes também chamado FUE Safira ou método Safira, é um tratamento em que os canais recetores são abertos com uma lâmina de safira sintética, e não com uma lâmina de aço. Depois, os grafts são implantados nesses canais.

Importante para compreender:

Para compreender a técnica Safira, é importante saber que esta corresponde à segunda fase do tratamento: a abertura dos canais na zona recetora e a implantação dos grafts. Não se trata de uma variante da extração, que é feita por FUE, como em praticamente qualquer transplante capilar moderno, incluindo na Elithair.

Conheça o essencial sobre a técnica Safira e saiba porque é que a Elithair trabalha exclusivamente com o moderno método DHI.

Volte a gostar da sua imagem com um transplante capilar na Elithair

Homem com a linha capilar desenhada diante de uma parede com logótipos e respetivo resultado final
Antes Depois

Stefan D. - 3.150 grafts

Homem antes e depois do transplante capilar: entradas assinaladas antes, linha capilar densa e barba completa mais comprida depois.
Antes Depois

Alexander K. - 2.800 grafts

Homem antes e depois do transplante capilar: entradas pronunciadas antes, linha capilar mais densa e cabelo curto depois.
Antes Depois

Coach Stef - 3.100 grafts

Antes: homem com a linha capilar desenhada; depois: selfie com cabelo loiro curto
Antes Depois

Tom C. - 5.200 grafts

FUE Safira: o essencial para começar

Mãos com luvas posicionam um implantador CHOI no couro cabeludo rapado e assinalado a azul no topo da cabeça.

A FUE Safira é muito utilizada no mercado, mas é considerada um método ultrapassado, porque a abertura dos canais e a implantação decorrem em duas etapas distintas. A Elithair utiliza exclusivamente o moderno método DHI para a implantação em todas as zonas, por ser uma técnica melhor e proporcionar melhores resultados.

No DHI, não é necessário abrir os canais numa etapa separada: o CHOI Implanter Pen cria cada canal no momento em que coloca o graft.

Isto permite controlar melhor o ângulo e a profundidade e reduz o tempo que os grafts passam fora do corpo. Na nossa clínica, utilizamos exclusivamente o DHI para a implantação, sem qualquer custo adicional.

O que é o método FUE Safira?

Um transplante capilar tem sempre duas fases: a extração e a implantação.

A extração é feita com o método FUE: as unidades foliculares são retiradas uma a uma da zona dadora, normalmente na parte de trás da cabeça, com uma agulha oca fina (Rassman et al. 2002). Este passo é igual em qualquer transplante capilar moderno, seja qual for o nome com que o procedimento é publicitado.

É na fase de implantação que se utiliza a safira. Primeiro, abrem-se os canais recetores, onde serão colocados os grafts extraídos. Na técnica Safira, estes canais são abertos com uma lâmina de safira produzida em laboratório, em vez de uma lâmina de aço. Assim, a designação FUE Safira refere-se a um tratamento em que se utilizam lâminas de safira na fase de implantação, normalmente com 0,8 a 1,5 mm de largura. A largura é escolhida em função das características do seu cabelo.

A principal diferença técnica está na forma dos canais. As lâminas de aço utilizadas na chamada «técnica slit» criam aberturas com uma forma mais próxima de um U, mais largas na base. Uma ponta de safira pode ser mais afiada do que uma de aço, pelo que cria canais em forma de V, mais estreitos na base. Isso permite abrir os canais mais perto uns dos outros e, em termos puramente técnicos, obter uma maior densidade por centímetro quadrado.

O ângulo de incisão não depende da ferramenta, mas da zona. Na linha capilar frontal, o cabelo sai da pele num ângulo muito baixo, de cerca de 15 a 20 graus. Na zona média, o ângulo é mais acentuado, de 30 a 45 graus. Este ângulo é um dos fatores que determinam a naturalidade do resultado final.

Esquema da implantação dos grafts: um instrumento abre um canal e uma pinça coloca um folículo capilar no seu interior.

Como decorre um tratamento com FUE Safira

O procedimento tem três passos:

duas etapas distintas

Na FUE Safira, a abertura dos canais e a implantação são duas etapas distintas, realizadas com instrumentos diferentes. Primeiro, preparam-se os canais; depois, colocam-se os grafts. É esta diferença que serve de base à comparação com o DHI apresentada mais adiante.

  1. Extração por FUE

    Após a aplicação de anestesia local na zona dadora, os grafts são retirados um a um com uma agulha oca.

  2. Abertura dos canais com a lâmina de safira

    Os canais recetores são abertos na zona calva ou com cabelo rarefeito. Nesta etapa, definem-se a direção, o ângulo e a distribuição dos cabelos que irão crescer. É um passo decisivo para que o resultado tenha um aspeto natural.

  3. Implantação

    Os grafts extraídos anteriormente são colocados manualmente nos canais abertos, com uma pinça.

Átrio branco de receção da clínica Elithair com colunas de formas orgânicas e fachada envidraçada
Doentes com malas chegam ao átrio da clínica Elithair
Átrio da clínica com uma grande escultura branca e zona de estar
Átrio de receção da clínica com uma instalação artística luminosa
Sala de tratamento luminosa com uma cadeira de tratamento azul-clara
Doente no veículo de transfer com bancos confortáveis em pele
Vista ao anoitecer, a partir do hotel, sobre a paisagem urbana de Istambul
Zona de espera da Elit Klinik com sofás e plantas
Hotel Elitoria em Istambul ao anoitecer
Letreiro do Hotel Elitoria sobre Istambul ao pôr do sol
Quarto de hotel com teto curvo e vista para Istambul
Quarto de hotel luminoso com cama de casal e janela panorâmica
Quarto de hotel com cama branca, orquídea e televisor de ecrã plano
Hotel Elitoria com a entrada iluminada à noite
Lounge na zona de espera com uma instalação luminosa no teto
Vista aérea do edifício da Elit Klinik em Istambul
Sala de tratamento preparada, com uma grande fachada envidraçada
Exterior do edifício da clínica em Istambul
Quarto de hotel com arco arredondado na parede e vista para a cidade
Quarto de hotel espaçoso com anéis luminosos no teto
Doente no veículo de transfer com bancos confortáveis em pele
Vista ao anoitecer, a partir do hotel, sobre a paisagem urbana de Istambul
Zona de espera da Elit Klinik com sofás e plantas
Hotel Elitoria em Istambul ao anoitecer
Letreiro do Hotel Elitoria sobre Istambul ao pôr do sol
Vista aérea do edifício da Elit Klinik em Istambul
Sala de tratamento preparada, com uma grande fachada envidraçada
Exterior do edifício da clínica em Istambul
Hotel Elitoria com a entrada iluminada à noite
Lounge na zona de espera com uma instalação luminosa no teto
Aço ou safira

A diferença está na forma dos canais

A diferença técnica central entre uma lâmina de aço e uma lâmina de safira é a forma da abertura que cada uma deixa na zona recetora.

Lâmina de aço

  • cria aberturas mais em forma de U
  • mais largas na base
  • instrumento de referência na FUE clássica há décadas

Lâmina de safira

  • canais em forma de V
  • mais estreitos na base, o que permite deixar menos espaço entre os canais
  • possibilidade de obter, em termos puramente técnicos, uma maior densidade de grafts por centímetro quadrado

Porquê utilizar safira? A safira sintética é extremamente dura, tem um gume muito liso e, pelas suas características, provoca pouca irritação. São estas propriedades que as clínicas que a utilizam apresentam como fundamento das vantagens descritas a seguir.

O instrumento

Que instrumento utiliza o cirurgião?

As lâminas estão disponíveis em várias larguras. O cirurgião escolhe a mais adequada às características do seu cabelo.

0,8 – 1,5 mm larguras habituais da lâmina de safira

40 a 45° ângulo de incisão frequentemente utilizado na prática

Em V secção do canal, mais estreita na base do que com o aço

Três especialistas da equipa médica, com roupa cirúrgica verde, máscaras e toucas, tratam um paciente deitado

As vantagens da lâmina de safira face ao aço

  • microcanais mais pequenos e mais precisos
  • possibilidade de obter uma maior densidade de grafts graças aos canais em V, mais estreitos
  • cicatrização mais rápida e com menos crostas
  • direção de crescimento mais natural graças ao controlo exato do ângulo
  • menor risco de infeção graças a um material pouco irritante
  • menos cicatrizes na zona recetora
Verificação dos factos

O que está comprovado e o que é marketing?

Existe um estudo científico sobre o tema. Num modelo matemático publicado em 2021 no Journal of Cosmetic Dermatology, Muhammad Ahmad e Muhammad Ismael calcularam o grau de lesão dos tecidos causado por diferentes formatos de lâmina e ângulos de incisão.

resultado

Os resultados do modelo indicaram que a lâmina de safira, utilizada num ângulo baixo, causou o menor traumatismo nos tecidos, enquanto a lâmina de aço retangular causou o maior. Isto reforça a ideia de que a safira permite um corte mais limpo.

Importante para compreender

É importante ter presente que se trata de uma modelação matemática, e não de um estudo com pacientes em que tenham sido medidas as taxas de pega dos grafts. Até hoje, não existem estudos clínicos sólidos e independentes que comparem a utilização de lâminas de safira e de aço em pacientes.

Por isso, se ler afirmações como «30 % mais densidade» ou «cicatrização 20 % mais rápida graças à lâmina de safira», saiba que nenhum estudo independente sustenta estes números concretos. São alegações publicitárias, não resultados clínicos comprovados. O que decide realmente o seu resultado não é o material da lâmina, mas a precisão com que tudo é planeado e implantado.

Se considerarmos apenas a abertura dos canais, a técnica Safira é provavelmente superior à utilização de lâminas de aço, o que representa um avanço real em relação a procedimentos mais antigos. O que realmente importa, porém, não é a comparação entre safira e aço, mas a forma como os canais são abertos. É neste ponto que entra o método DHI.

a comparação direta

FUE Safira vs. DHI: a comparação direta

A diferença decisiva entre a FUE Safira e o DHI está no próprio procedimento, e não no material da lâmina.

FUE Safira

Na FUE Safira, abrem-se primeiro todos os canais e só depois se colocam os grafts, em duas etapas e com dois instrumentos.

DHI

No DHI, a abertura do canal e a implantação são realizadas numa única etapa. O CHOI Implanter Pen transporta o graft numa agulha oca fina e cria o canal no momento em que o coloca, sem incisões prévias.

CaracterísticaFUE SafiraDHI (única técnica de implantação na Elithair)
Instrumento na zona recetora
lâmina de safira para abrir os canais e pinça para colocar os grafts
CHOI Implanter Pen, que abre o canal e implanta o graft numa só etapa
Passos do procedimento
2 etapas distintas: primeiro abrir os canais, depois colocar os grafts
1 etapa por graft: abrir o canal e colocar o graft no mesmo gesto
Canal
em forma de V, cerca de 0,8 a 1,5 mm
agulha oca de cerca de 0,6 a 1,2 mm; o canal forma-se no momento da colocação
Controlo do ângulo e da profundidade
definido previamente, na incisão, para toda a zona
para cada graft, no momento da colocação
Tempo dos grafts fora do corpo
mais longo, porque primeiro se preparam todos os canais
mais curto, porque cada graft é colocado de imediato
Densificação entre o cabelo existente
as incisões prévias podem atingir raízes existentes
permite trabalhar com cuidado, sem necessidade de fazer incisões prévias às cegas
Indicação típica
no mercado, sobretudo para zonas calvas extensas
linha capilar, densificação e zonas extensas; na Elithair, é a única técnica de implantação, independentemente do grau de queda de cabelo
Preço no mercado
muitas vezes, o pacote básico
em muitas clínicas, implica um custo adicional; na Elithair, está incluído no preço
Para o resultado

Dois fatores são especialmente importantes para o resultado

Folículos capilares extraídos dispostos sobre compressas de gaze húmidas

Tempo fora do corpo:

um graft é tecido vivo e sensível. Quanto menos tempo passar fora do couro cabeludo, melhor será para a sua vitalidade. No DHI, cada graft é colocado assim que o canal é aberto, o que reduz a duração desta fase.

Médico de bata branca faz marcações com uma caneta na testa de um paciente, enquanto uma colega observa

Precisão na linha capilar e na densificação:

ao abrir os canais antecipadamente, o ângulo e a profundidade ficam definidos antes de se ter em mãos o graft que será colocado. No DHI, o ângulo, a profundidade e a direção de cada graft são definidos no momento da colocação. Esta precisão é decisiva para que o transplante tenha um aspeto natural.

Isto não é apenas uma afirmação da Elithair. Várias clínicas internacionais também apresentam o DHI como o procedimento mais preciso na linha capilar e nas densificações.

A nossa posição

Porque é que a Elithair usa hoje o DHI

Equipa de quatro médicos concentrados no tratamento de um paciente no bloco operatório

No passado, a Elithair também realizava transplantes capilares com safira. Hoje, todos os nossos transplantes são realizados exclusivamente com a técnica DHI. A razão prende-se com a forma como o procedimento é realizado: com a técnica DHI, não é necessário abrir os canais numa etapa separada. O CHOI Implanter Pen cria o canal no exato momento em que coloca o graft. Num único gesto, é possível controlar totalmente o ângulo, a profundidade e a direção de crescimento de cada graft.

O resultado é maior precisão na linha capilar, maior densidade nas zonas a preencher e mais cuidado com o cabelo existente.

Elementos do tratamento

Na Elithair, o tratamento combina quatro elementos

É bom saber: FUE e DHI não são alternativas entre si. A FUE é a extração, o DHI é a implantação. Na Elithair, fazem sempre parte do mesmo tratamento.

Dois frascos de sérum DR.BALWI com tampas azuis e um aplicador transparente à frente da embalagem do produto.

1. Preparação NEO FUE®

Sete dias e um dia antes da cirurgia, aplica em casa o nosso sérum NEO FUE® patenteado com o kit de dermaroller na zona dadora e na zona recetora. Isto prepara ambas as zonas para o tratamento e favorece a cicatrização.

Especialista da nossa equipa médica realiza uma análise capilar com um dermatoscópio, enquanto o ecrã mostra a estrutura do cabelo ampliada

2. Pre-Test System

logo após a sua chegada a Istambul, realiza na nossa clínica seis exames: eletrocardiograma (ECG), análise ao sangue para avaliar a saúde geral, análise ao sangue relacionada com a queda de cabelo, análise capilar com o scanner TrichoLAB, ecografia do couro cabeludo e ecografia Doppler. Com base nos resultados, é elaborado o seu plano de tratamento individual, que é decisivo para o resultado final.

Pormenor de uma extração FUE na parte de trás da cabeça, com um instrumento de extração e mãos enluvadas

3. Extração FUE

com base nestes dados, os grafts geneticamente resistentes são extraídos da zona dadora com cuidado e precisão.

Três especialistas da equipa médica, com roupa cirúrgica verde, máscaras e toucas, tratam um paciente deitado

4. Implantação DHI

Em seguida, os especialistas da nossa equipa médica colocam os grafts com o CHOI Implanter Pen. Como trabalham exclusivamente com esta técnica, dominam cada gesto: a prática contínua faz a diferença.

  • Padrão de
    5 médicos
  • Sistema Pre-Test
    em 6 etapas
  • Sleep-Deep:
    0 % de dor
  • Técnica DHI
    incluída
  • 20 anos de
    garantia
  • 12 meses de
    acompanhamento

Quanto custa um transplante capilar safira?

Muitas clínicas incluem a FUE Safira no pacote padrão ou básico, enquanto o DHI é apresentado como um procedimento premium, mais caro e cobrado à parte. Isto significa que, em muitas clínicas, terá de pagar mais pelo método mais preciso.

Na Elithair, utilizamos exclusivamente o DHI para a implantação e a técnica está incluída no preço, sem custos adicionais pela utilização do método mais moderno. O preço depende do número de grafts:

Preços com tudo incluído por escalão de grafts
Grafts Preço tudo incluído
Até 2.000 grafts 3.300 €
até 2.500 grafts 3.400 €
até 3.000 grafts 3.500 €
até 3.500 grafts 3.600 €
até 4.000 grafts 3.700 €
até 4.500 grafts 3.800 €
A partir de 5.000 grafts 3.900 €

Em Portugal, um tratamento comparável numa clínica privada custa normalmente entre 4.200 € e 9.000 €, ou seja, cerca de 2,00 € a 3,50 € por graft. Na Elithair, poupa entre 21 % e 57 %, consoante a extensão do tratamento, e beneficia da técnica DHI sem qualquer custo adicional.

O que está incluído no preço

O que está incluído no preço

Na Elithair, estão incluídos todos os serviços médicos, o alojamento e toda a assistência no local. Apenas o voo de ida e volta (normalmente cerca de 100 € a 250 €) fica a seu cargo, podendo reservá-lo como lhe for mais conveniente. A Zero Shave FUE é opcional e tem um custo adicional de 500 €. A FUE manual também é opcional e tem um custo adicional, cujo valor é confirmado na consulta.

Mão com luva segura uma caneta de implantação junto à linha capilar rapada de um paciente.Quarto de hotel com arco arredondado na parede, nicho para televisão e vista sobre IstambulMédica verifica a faixa Elithair de um paciente
Tratamento
  • Implantação DHI com a caneta CHOI Implanter Pen
  • Sérum patenteado NEO FUE®
  • Sedação Sleep-Deep para 0 % de dor
  • Pre-Test System para um plano de tratamento individual
  • Padrão de 5 Médicos
  • 1 tratamento de PRP
A sua estadia em Istambul
  • 2 noites num hotel de 4 estrelas
  • Transfer VIP do aeroporto
  • Acompanhamento em português no local
Acompanhamento pós-tratamento e garantia
  • Kit de cuidados e medicação
  • Consulta médica de controlo na clínica
  • 12 meses de acompanhamento pela app Elithair
  • Garantia escrita de 20 anos sobre o cabelo transplantado
Número de grafts necessários

De quantos grafts precisa?

O número de grafts de que precisa depende da extensão da sua queda de cabelo. Como orientação aproximada segundo a escala de Norwood:

Vista frontal de um homem com barba cheia e faixa Elithair na testa diante de um fundo claro
  • entradas ligeiras (NW2): cerca de 2.000 a 2.500 grafts
  • recuo acentuado (NW3): cerca de 2.500 a 3.500 grafts
  • recuo com início de queda na coroa (NW3): cerca de 2.000 a 4.500 grafts
  • perda extensa (NW4): cerca de 2.500 a 4.500 grafts
  • perda avançada (NW5): cerca de 4.000 a 5.500 grafts
  • calvície extensa (NW6 a NW7): cerca de 5.000 a 6.000 grafts

Em alguns pacientes é possível transplantar mais de 5.000 grafts numa só sessão; noutros, é mais sustentável dividir o tratamento em duas sessões. Depende da sua situação capilar concreta e, sobretudo, do que a sua zona dadora consegue fornecer a longo prazo. É exatamente isso que o seu consultor pessoal esclarece consigo na consulta.

planeamento

O planeamento é decisivo, qualquer que seja o grau de queda de cabelo

Homem de bata branca mede a testa de um homem sentado com um instrumento de medição e segura uma caneta.

A FUE Safira é usada no mercado sobretudo em zonas calvas extensas, e muitas clínicas continuam a trabalhar assim. A razão está no procedimento: abrir todos os canais antecipadamente é prático quando há muitos grafts para colocar. O resultado depende de outros fatores, tanto nas zonas extensas como na linha capilar: reduzir o tempo que os grafts passam fora do corpo e definir o ângulo e a profundidade com precisão (Parsley et al. 2010).

Quanto maior for o número de grafts colocados, mais demorado será o tratamento e maior será a importância destes fatores.

Por isso, utilizamos sempre a moderna técnica DHI, independentemente do grau de queda de cabelo: quer sejam 2.000 grafts ou 5.000, na linha capilar ou numa zona extensa, sem qualquer custo adicional.

O resultado não depende apenas do instrumento utilizado, mas sobretudo do planeamento: quantos grafts podem ser retirados da zona dadora sem a deixar com cabelo rarefeito a longo prazo e como serão distribuídos. A zona dadora tem uma capacidade limitada: o cabelo na parte de trás da cabeça não é inesgotável e os cabelos extraídos não voltam a crescer nessa zona (Unger et al. 2013).

recuperação

Como é a cicatrização após uma FUE Safira?

A cicatrização após a FUE Safira decorre, em regra, assim:

Cicatrização após a FUE Safira: quando e o que acontece
Quando O que acontece
Dia 1 a 3 pequenas crostas e vermelhidão na zona tratada.
A partir do 2.º ou 3.º dia na maioria dos casos, já pode retomar um trabalho de escritório leve.
Dias 10 e 11 as crostas são removidas de forma controlada com uma loção; a vermelhidão desaparece ao fim de 2 semanas a 3 meses.
Primeiras semanas após o tratamento os cabelos transplantados podem cair temporariamente (shock loss), mas as raízes permanecem no couro cabeludo e voltam a produzir cabelo. Esta queda não ocorre em todos os pacientes. O cabelo existente em redor da zona tratada também pode cair temporariamente. Ambas as situações são normais e não representam um retrocesso.
Entre o 3.º e o 4.º mês surgem os primeiros cabelos novos, ainda finos.
Mês 6 O primeiro resultado é visível
Meses 10 a 12 o resultado final é visível na zona frontal; na zona da coroa, ao fim de 15 a 18 meses.
Homem pouco depois do transplante capilar, com a linha capilar rapada, e mais tarde com cabelo denso e penteado.
Comparação antes e depois: homem com cabelo ralo no topo da cabeça antes e cabelo visivelmente mais denso depois.
Homem com cabelo ralo na zona frontal antes do transplante capilar e cabelo escuro e denso depois.
Comparação lado a lado: homem antes com a linha capilar recuada e depois com maior densidade na linha capilar e cabelo mais curto nas laterais.
Homem antes do transplante de barba, com zonas ralas assinaladas, e depois com uma barba completa e densa.
Mulher antes com a linha capilar recuada e assinalada, depois com cabelo mais denso junto à testa.
Comparação antes e depois: homem inicialmente com falhas na barba e depois com uma barba completa e densa.
Homem com a linha capilar recuada antes do transplante capilar e mais densa depois.
Homem antes do transplante com a linha capilar recuada e assinalada, depois com uma linha capilar mais baixa e densa.
Topo da cabeça de um homem antes e depois do transplante capilar: cabelo muito ralo antes e denso depois.
Homem com a linha capilar recuada antes do transplante capilar e cabelo mais denso junto à testa e às têmporas depois.
Homem antes com a linha capilar recuada, depois com cabelo mais denso e penteado para cima.
Homem com a cabeça rapada e a linha capilar desenhada antes do transplante capilar, depois com cabelo escuro e denso.
Homem com cabelo ralo na zona frontal antes do transplante capilar e cabelo denso depois.
Mulher com a linha capilar recuada e desenhada antes do transplante, depois com uma linha capilar mais densa.
Homem antes e depois do transplante capilar: cabelo ralo na zona frontal antes, linha capilar mais densa depois.
Homem com barba rala nas faces antes do transplante de barba e uma barba completa e densa depois.
Homem antes com entradas, depois com uma linha capilar mais preenchida e densa.
Vista de cima de um homem antes e depois do transplante capilar: zona frontal com cabelo ralo antes, linha capilar densa depois.
Comparação antes e depois de um transplante de barba: faces assinaladas com barba rala e, depois, uma barba completa e densa.
Mulher antes com a linha capilar recuada e assinalada, depois com cabelo mais denso junto à testa.
Comparação antes e depois: homem inicialmente com falhas na barba e depois com uma barba completa e densa.
Homem com a linha capilar recuada antes do transplante capilar e mais densa depois.
Homem antes do transplante com a linha capilar recuada e assinalada, depois com uma linha capilar mais baixa e densa.
Topo da cabeça de um homem antes e depois do transplante capilar: cabelo muito ralo antes e denso depois.
Homem antes e depois do transplante capilar: cabelo ralo na zona frontal antes, linha capilar mais densa depois.
Homem com barba rala nas faces antes do transplante de barba e uma barba completa e densa depois.
Homem antes com entradas, depois com uma linha capilar mais preenchida e densa.
Homem com cabelo ralo na zona frontal antes do transplante capilar e cabelo denso depois.
Mulher com a linha capilar recuada e desenhada antes do transplante, depois com uma linha capilar mais densa.

Mais de 150.000 tratamentos bem-sucedidos

Retrato de estúdio de um paciente sorridente com cabelo denso após o transplante capilar

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Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre o transplante capilar safira

A FUE Safira é uma técnica de transplante capilar em que os canais recetores são abertos com uma lâmina de safira sintética, em vez de uma lâmina de aço. Os grafts são depois implantados nesses canais. A técnica Safira diz respeito à abertura dos canais, e não à extração. Os grafts são extraídos por FUE, como em qualquer tratamento moderno. A ponta de safira permite cortes mais finos do que a lâmina de aço e cria canais em forma de V.

Na FUE Safira, todos os canais são primeiro abertos com a lâmina de safira e os grafts são depois colocados com uma pinça. São dois passos separados. No DHI, o CHOI Implanter Pen faz as duas coisas num único gesto: abre o canal exatamente onde coloca o graft. Isto dá mais controlo sobre o ângulo e a profundidade de cada graft.

O DHI tem vantagens em termos de precisão na linha capilar, de densidade e de cuidado ao implantar entre o cabelo existente. A abertura do canal e a implantação decorrem numa única etapa, e os grafts passam menos tempo fora do corpo. Nas zonas calvas extensas, muitas clínicas utilizam sobretudo lâminas de safira, porque as incisões prévias são práticas quando há muitos grafts para colocar. Ainda assim, os fatores decisivos para o resultado são os mesmos que na linha capilar: reduzir o tempo que os grafts passam fora do corpo e definir os ângulos com precisão. Por isso, a Elithair utiliza exclusivamente a técnica DHI, independentemente do grau de queda de cabelo.

Não. A técnica Safira é hoje considerada ultrapassada e já não é utilizada na Elithair. Utilizamos exclusivamente a técnica DHI para a implantação em todas as zonas. A safira permite abrir os canais de forma mais eficaz do que uma lâmina de aço; o DHI dispensa por completo essa etapa separada, pois o CHOI Implanter Pen cria o canal no exato momento em que coloca o graft. Isto permite controlar melhor o ângulo e a profundidade. Em muitas clínicas, o DHI é cobrado à parte; na Elithair, utilizamo-lo exclusivamente para a implantação, sem custo adicional.

Muitas clínicas incluem a FUE Safira no pacote básico, enquanto o DHI, mais caro, implica um custo adicional. Na Elithair, a técnica DHI está incluída no preço do transplante: a partir de 3.300 € para até 2.000 grafts, com preços por escalão que chegam aos 3.900 € a partir de 5.000 grafts. O preço exato do seu tratamento é definido após a análise capilar.

Quanto ao corte em si, provavelmente sim. Num modelo matemático de 2021, a lâmina de safira causou o menor traumatismo nos tecidos, enquanto a lâmina de aço retangular causou o maior. No entanto, não existem estudos clínicos independentes com pacientes que comprovem uma vantagem na taxa de pega dos grafts. As percentagens de melhoria na densidade e na cicatrização atribuídas à lâmina de safira na publicidade não têm suporte em estudos.

As crostas são removidas de forma controlada no 10.º e 11.º dia, e a vermelhidão desaparece ao fim de 2 semanas a 3 meses. Em muitos casos, pode retomar um trabalho de escritório leve a partir do 2.º ou 3.º dia. Os primeiros cabelos novos surgem ao fim de 3 a 4 meses; o primeiro resultado é visível a partir do 6.º mês. O resultado final é visível na zona frontal por volta dos 12 meses e na coroa ao fim de 15 a 18 meses.