Stefan D. - 3.150 grafts
Mais de 150.000 tratamentos
na nossa clínica especializada, certificada segundo a norma ISO 9001:2015
pelo TÜV Thüringen.

O transplante capilar safira, muitas vezes também chamado FUE Safira ou método Safira, é um tratamento em que os canais recetores são abertos com uma lâmina de safira sintética, e não com uma lâmina de aço. Depois, os grafts são implantados nesses canais.
Importante para compreender:
Para compreender a técnica Safira, é importante saber que esta corresponde à segunda fase do tratamento: a abertura dos canais na zona recetora e a implantação dos grafts. Não se trata de uma variante da extração, que é feita por FUE, como em praticamente qualquer transplante capilar moderno, incluindo na Elithair.
Conheça o essencial sobre a técnica Safira e saiba porque é que a Elithair trabalha exclusivamente com o moderno método DHI.
A FUE Safira é muito utilizada no mercado, mas é considerada um método ultrapassado, porque a abertura dos canais e a implantação decorrem em duas etapas distintas. A Elithair utiliza exclusivamente o moderno método DHI para a implantação em todas as zonas, por ser uma técnica melhor e proporcionar melhores resultados.
No DHI, não é necessário abrir os canais numa etapa separada: o CHOI Implanter Pen cria cada canal no momento em que coloca o graft.
Isto permite controlar melhor o ângulo e a profundidade e reduz o tempo que os grafts passam fora do corpo. Na nossa clínica, utilizamos exclusivamente o DHI para a implantação, sem qualquer custo adicional.
Um transplante capilar tem sempre duas fases: a extração e a implantação.
A extração é feita com o método FUE: as unidades foliculares são retiradas uma a uma da zona dadora, normalmente na parte de trás da cabeça, com uma agulha oca fina (Rassman et al. 2002). Este passo é igual em qualquer transplante capilar moderno, seja qual for o nome com que o procedimento é publicitado.
É na fase de implantação que se utiliza a safira. Primeiro, abrem-se os canais recetores, onde serão colocados os grafts extraídos. Na técnica Safira, estes canais são abertos com uma lâmina de safira produzida em laboratório, em vez de uma lâmina de aço. Assim, a designação FUE Safira refere-se a um tratamento em que se utilizam lâminas de safira na fase de implantação, normalmente com 0,8 a 1,5 mm de largura. A largura é escolhida em função das características do seu cabelo.
A principal diferença técnica está na forma dos canais. As lâminas de aço utilizadas na chamada «técnica slit» criam aberturas com uma forma mais próxima de um U, mais largas na base. Uma ponta de safira pode ser mais afiada do que uma de aço, pelo que cria canais em forma de V, mais estreitos na base. Isso permite abrir os canais mais perto uns dos outros e, em termos puramente técnicos, obter uma maior densidade por centímetro quadrado.
O ângulo de incisão não depende da ferramenta, mas da zona. Na linha capilar frontal, o cabelo sai da pele num ângulo muito baixo, de cerca de 15 a 20 graus. Na zona média, o ângulo é mais acentuado, de 30 a 45 graus. Este ângulo é um dos fatores que determinam a naturalidade do resultado final.
O procedimento tem três passos:
Na FUE Safira, a abertura dos canais e a implantação são duas etapas distintas, realizadas com instrumentos diferentes. Primeiro, preparam-se os canais; depois, colocam-se os grafts. É esta diferença que serve de base à comparação com o DHI apresentada mais adiante.
Após a aplicação de anestesia local na zona dadora, os grafts são retirados um a um com uma agulha oca.
Os canais recetores são abertos na zona calva ou com cabelo rarefeito. Nesta etapa, definem-se a direção, o ângulo e a distribuição dos cabelos que irão crescer. É um passo decisivo para que o resultado tenha um aspeto natural.
Os grafts extraídos anteriormente são colocados manualmente nos canais abertos, com uma pinça.
A diferença técnica central entre uma lâmina de aço e uma lâmina de safira é a forma da abertura que cada uma deixa na zona recetora.
Porquê utilizar safira? A safira sintética é extremamente dura, tem um gume muito liso e, pelas suas características, provoca pouca irritação. São estas propriedades que as clínicas que a utilizam apresentam como fundamento das vantagens descritas a seguir.
As lâminas estão disponíveis em várias larguras. O cirurgião escolhe a mais adequada às características do seu cabelo.
0,8 – 1,5 mm larguras habituais da lâmina de safira
40 a 45° ângulo de incisão frequentemente utilizado na prática
Em V secção do canal, mais estreita na base do que com o aço

Existe um estudo científico sobre o tema. Num modelo matemático publicado em 2021 no Journal of Cosmetic Dermatology, Muhammad Ahmad e Muhammad Ismael calcularam o grau de lesão dos tecidos causado por diferentes formatos de lâmina e ângulos de incisão.
Os resultados do modelo indicaram que a lâmina de safira, utilizada num ângulo baixo, causou o menor traumatismo nos tecidos, enquanto a lâmina de aço retangular causou o maior. Isto reforça a ideia de que a safira permite um corte mais limpo.
É importante ter presente que se trata de uma modelação matemática, e não de um estudo com pacientes em que tenham sido medidas as taxas de pega dos grafts. Até hoje, não existem estudos clínicos sólidos e independentes que comparem a utilização de lâminas de safira e de aço em pacientes.
Por isso, se ler afirmações como «30 % mais densidade» ou «cicatrização 20 % mais rápida graças à lâmina de safira», saiba que nenhum estudo independente sustenta estes números concretos. São alegações publicitárias, não resultados clínicos comprovados. O que decide realmente o seu resultado não é o material da lâmina, mas a precisão com que tudo é planeado e implantado.
Se considerarmos apenas a abertura dos canais, a técnica Safira é provavelmente superior à utilização de lâminas de aço, o que representa um avanço real em relação a procedimentos mais antigos. O que realmente importa, porém, não é a comparação entre safira e aço, mas a forma como os canais são abertos. É neste ponto que entra o método DHI.
A diferença decisiva entre a FUE Safira e o DHI está no próprio procedimento, e não no material da lâmina.
Na FUE Safira, abrem-se primeiro todos os canais e só depois se colocam os grafts, em duas etapas e com dois instrumentos.
No DHI, a abertura do canal e a implantação são realizadas numa única etapa. O CHOI Implanter Pen transporta o graft numa agulha oca fina e cria o canal no momento em que o coloca, sem incisões prévias.

um graft é tecido vivo e sensível. Quanto menos tempo passar fora do couro cabeludo, melhor será para a sua vitalidade. No DHI, cada graft é colocado assim que o canal é aberto, o que reduz a duração desta fase.

ao abrir os canais antecipadamente, o ângulo e a profundidade ficam definidos antes de se ter em mãos o graft que será colocado. No DHI, o ângulo, a profundidade e a direção de cada graft são definidos no momento da colocação. Esta precisão é decisiva para que o transplante tenha um aspeto natural.
Isto não é apenas uma afirmação da Elithair. Várias clínicas internacionais também apresentam o DHI como o procedimento mais preciso na linha capilar e nas densificações.

No passado, a Elithair também realizava transplantes capilares com safira. Hoje, todos os nossos transplantes são realizados exclusivamente com a técnica DHI. A razão prende-se com a forma como o procedimento é realizado: com a técnica DHI, não é necessário abrir os canais numa etapa separada. O CHOI Implanter Pen cria o canal no exato momento em que coloca o graft. Num único gesto, é possível controlar totalmente o ângulo, a profundidade e a direção de crescimento de cada graft.
O resultado é maior precisão na linha capilar, maior densidade nas zonas a preencher e mais cuidado com o cabelo existente.
É bom saber: FUE e DHI não são alternativas entre si. A FUE é a extração, o DHI é a implantação. Na Elithair, fazem sempre parte do mesmo tratamento.
Sete dias e um dia antes da cirurgia, aplica em casa o nosso sérum NEO FUE® patenteado com o kit de dermaroller na zona dadora e na zona recetora. Isto prepara ambas as zonas para o tratamento e favorece a cicatrização.
logo após a sua chegada a Istambul, realiza na nossa clínica seis exames: eletrocardiograma (ECG), análise ao sangue para avaliar a saúde geral, análise ao sangue relacionada com a queda de cabelo, análise capilar com o scanner TrichoLAB, ecografia do couro cabeludo e ecografia Doppler. Com base nos resultados, é elaborado o seu plano de tratamento individual, que é decisivo para o resultado final.
com base nestes dados, os grafts geneticamente resistentes são extraídos da zona dadora com cuidado e precisão.
Em seguida, os especialistas da nossa equipa médica colocam os grafts com o CHOI Implanter Pen. Como trabalham exclusivamente com esta técnica, dominam cada gesto: a prática contínua faz a diferença.
Muitas clínicas incluem a FUE Safira no pacote padrão ou básico, enquanto o DHI é apresentado como um procedimento premium, mais caro e cobrado à parte. Isto significa que, em muitas clínicas, terá de pagar mais pelo método mais preciso.
Na Elithair, utilizamos exclusivamente o DHI para a implantação e a técnica está incluída no preço, sem custos adicionais pela utilização do método mais moderno. O preço depende do número de grafts:
| Grafts | Preço tudo incluído |
|---|---|
| Até 2.000 grafts | 3.300 € |
| até 2.500 grafts | 3.400 € |
| até 3.000 grafts | 3.500 € |
| até 3.500 grafts | 3.600 € |
| até 4.000 grafts | 3.700 € |
| até 4.500 grafts | 3.800 € |
| A partir de 5.000 grafts | 3.900 € |
Em Portugal, um tratamento comparável numa clínica privada custa normalmente entre 4.200 € e 9.000 €, ou seja, cerca de 2,00 € a 3,50 € por graft. Na Elithair, poupa entre 21 % e 57 %, consoante a extensão do tratamento, e beneficia da técnica DHI sem qualquer custo adicional.
Na Elithair, estão incluídos todos os serviços médicos, o alojamento e toda a assistência no local. Apenas o voo de ida e volta (normalmente cerca de 100 € a 250 €) fica a seu cargo, podendo reservá-lo como lhe for mais conveniente. A Zero Shave FUE é opcional e tem um custo adicional de 500 €. A FUE manual também é opcional e tem um custo adicional, cujo valor é confirmado na consulta.



O número de grafts de que precisa depende da extensão da sua queda de cabelo. Como orientação aproximada segundo a escala de Norwood:

Em alguns pacientes é possível transplantar mais de 5.000 grafts numa só sessão; noutros, é mais sustentável dividir o tratamento em duas sessões. Depende da sua situação capilar concreta e, sobretudo, do que a sua zona dadora consegue fornecer a longo prazo. É exatamente isso que o seu consultor pessoal esclarece consigo na consulta.

A FUE Safira é usada no mercado sobretudo em zonas calvas extensas, e muitas clínicas continuam a trabalhar assim. A razão está no procedimento: abrir todos os canais antecipadamente é prático quando há muitos grafts para colocar. O resultado depende de outros fatores, tanto nas zonas extensas como na linha capilar: reduzir o tempo que os grafts passam fora do corpo e definir o ângulo e a profundidade com precisão (Parsley et al. 2010).
Quanto maior for o número de grafts colocados, mais demorado será o tratamento e maior será a importância destes fatores.
Por isso, utilizamos sempre a moderna técnica DHI, independentemente do grau de queda de cabelo: quer sejam 2.000 grafts ou 5.000, na linha capilar ou numa zona extensa, sem qualquer custo adicional.
O resultado não depende apenas do instrumento utilizado, mas sobretudo do planeamento: quantos grafts podem ser retirados da zona dadora sem a deixar com cabelo rarefeito a longo prazo e como serão distribuídos. A zona dadora tem uma capacidade limitada: o cabelo na parte de trás da cabeça não é inesgotável e os cabelos extraídos não voltam a crescer nessa zona (Unger et al. 2013).
A cicatrização após a FUE Safira decorre, em regra, assim:
| Quando | O que acontece |
|---|---|
| Dia 1 a 3 | pequenas crostas e vermelhidão na zona tratada. |
| A partir do 2.º ou 3.º dia | na maioria dos casos, já pode retomar um trabalho de escritório leve. |
| Dias 10 e 11 | as crostas são removidas de forma controlada com uma loção; a vermelhidão desaparece ao fim de 2 semanas a 3 meses. |
| Primeiras semanas após o tratamento | os cabelos transplantados podem cair temporariamente (shock loss), mas as raízes permanecem no couro cabeludo e voltam a produzir cabelo. Esta queda não ocorre em todos os pacientes. O cabelo existente em redor da zona tratada também pode cair temporariamente. Ambas as situações são normais e não representam um retrocesso. |
| Entre o 3.º e o 4.º mês | surgem os primeiros cabelos novos, ainda finos. |
| Mês 6 | O primeiro resultado é visível |
| Meses 10 a 12 | o resultado final é visível na zona frontal; na zona da coroa, ao fim de 15 a 18 meses. |
Envie-nos fotografias da sua situação capilar atual e receba, em 24 horas, uma avaliação médica com o número de grafts e um orçamento sem compromisso.

Ter um cabelo com volume e um aspeto natural está mais perto do que imagina. Dê o primeiro passo: peça a sua análise capilar gratuita e sem compromisso e descubra o que é possível no seu caso.
A FUE Safira é uma técnica de transplante capilar em que os canais recetores são abertos com uma lâmina de safira sintética, em vez de uma lâmina de aço. Os grafts são depois implantados nesses canais. A técnica Safira diz respeito à abertura dos canais, e não à extração. Os grafts são extraídos por FUE, como em qualquer tratamento moderno. A ponta de safira permite cortes mais finos do que a lâmina de aço e cria canais em forma de V.
Na FUE Safira, todos os canais são primeiro abertos com a lâmina de safira e os grafts são depois colocados com uma pinça. São dois passos separados. No DHI, o CHOI Implanter Pen faz as duas coisas num único gesto: abre o canal exatamente onde coloca o graft. Isto dá mais controlo sobre o ângulo e a profundidade de cada graft.
O DHI tem vantagens em termos de precisão na linha capilar, de densidade e de cuidado ao implantar entre o cabelo existente. A abertura do canal e a implantação decorrem numa única etapa, e os grafts passam menos tempo fora do corpo. Nas zonas calvas extensas, muitas clínicas utilizam sobretudo lâminas de safira, porque as incisões prévias são práticas quando há muitos grafts para colocar. Ainda assim, os fatores decisivos para o resultado são os mesmos que na linha capilar: reduzir o tempo que os grafts passam fora do corpo e definir os ângulos com precisão. Por isso, a Elithair utiliza exclusivamente a técnica DHI, independentemente do grau de queda de cabelo.
Não. A técnica Safira é hoje considerada ultrapassada e já não é utilizada na Elithair. Utilizamos exclusivamente a técnica DHI para a implantação em todas as zonas. A safira permite abrir os canais de forma mais eficaz do que uma lâmina de aço; o DHI dispensa por completo essa etapa separada, pois o CHOI Implanter Pen cria o canal no exato momento em que coloca o graft. Isto permite controlar melhor o ângulo e a profundidade. Em muitas clínicas, o DHI é cobrado à parte; na Elithair, utilizamo-lo exclusivamente para a implantação, sem custo adicional.
Muitas clínicas incluem a FUE Safira no pacote básico, enquanto o DHI, mais caro, implica um custo adicional. Na Elithair, a técnica DHI está incluída no preço do transplante: a partir de 3.300 € para até 2.000 grafts, com preços por escalão que chegam aos 3.900 € a partir de 5.000 grafts. O preço exato do seu tratamento é definido após a análise capilar.
Quanto ao corte em si, provavelmente sim. Num modelo matemático de 2021, a lâmina de safira causou o menor traumatismo nos tecidos, enquanto a lâmina de aço retangular causou o maior. No entanto, não existem estudos clínicos independentes com pacientes que comprovem uma vantagem na taxa de pega dos grafts. As percentagens de melhoria na densidade e na cicatrização atribuídas à lâmina de safira na publicidade não têm suporte em estudos.
As crostas são removidas de forma controlada no 10.º e 11.º dia, e a vermelhidão desaparece ao fim de 2 semanas a 3 meses. Em muitos casos, pode retomar um trabalho de escritório leve a partir do 2.º ou 3.º dia. Os primeiros cabelos novos surgem ao fim de 3 a 4 meses; o primeiro resultado é visível a partir do 6.º mês. O resultado final é visível na zona frontal por volta dos 12 meses e na coroa ao fim de 15 a 18 meses.